Intimidade é um negócio complicado. Como o metrô mais perto de casa não é tão perto assim, eu costumo pegar sempre uma lotação cujo ponto final fica a três quadras do metrô Santa Cruz. Como já faz uns 4 anos que com certa frequência pego a tal lotação, fiz “amizade” com o fiscal que fica lá no ponto. O rapaz é super simpático, puxa conversa, fala da vida dele, já quebrou altos galhos e, pra completar, me chama até de linda (pois é).
Um dos galhos que ele quebrou foi uma vez que cheguei lá mais de meia-noite e o ônibus que estava no ponto estava voltando pra garagem, sem pegar passageiros, e ele e o motorista não só me deixaram ir – já que o trajeto era o mesmo – como não precisei pagar passagem e pararam na porta do meu prédio. Super gentil, né?
Fico tempos sem aparecer e, quando surjo, ele fica todo feliz. Mas a felicidade foi tanta ao me ver na útima segunda-feira que ele até me cumprimento com beijinho na bochecha. Precisava?!?!?!
HAHAHA, precisava nao ne???
beijinho beijinho…. intimidade é fogo!
Essa história me fez lembrar outras do tempo em que trabalha na prefeitura em cima do Pronto Socorro Municipal, depois ti conto. bjs na bochecha.
Como diria Zélia Duncan… intimidade é fato, não dá pra fingir… rsrs!